Fornecedora de energia cara? Veja como reduzir custos

Sua fornecedora de energia está cobrando muito caro? Dicas de como sua empresa pode resolver este problema

Em meio a custos operacionais cada vez mais elevados, cada item do orçamento faz diferença, e a conta de luz frequentemente se destaca como um dos maiores gastos.

Então, quando a fatura começa a pesar, é natural que surja a pergunta: como reduzir esses custos sem comprometer as operações da empresa?

A boa notícia é que existem alternativas concretas, que permitem economizar, ganhar previsibilidade e ter maior controle sobre o consumo. 

Entre essas opções, está a possibilidade de avaliar sua fornecedora de energia e os contratos vigentes, assunto que vamos detalhar neste artigo.

Aqui você vai encontrar:

  • Sua empresa ainda está no mercado cativo, e paga o preço que a distribuidora impõe
  • Sua empresa já está no mercado livre de energia, mas sua energia não está com as melhores condições
  • O papel da gestão ativa de energia
  • Outras dicas práticas para reduzir o custo de energia da sua empresa
  • Como a Voltera pode ajudar

  

Sua empresa ainda está no mercado cativo, e paga o preço que a distribuidora impõe

Se a sua empresa compra energia da distribuidora local (como, por exemplo, Enel, CPFL, Cemig ou Neoenergia), ela está no mercado cativo, onde não é possível escolher o fornecedor.

As tarifas são definidas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), considerando custos de geração, transmissão e encargos setoriais.

Na prática, isso significa que o preço é padronizado e sofre revisões anuais, quase sempre com valores acima da inflação. Além disso:

  • encargos e bandeiras tarifárias elevam a conta em períodos de seca ou crise energética.
  • sem liberdade de escolha: a distribuidora fornece a energia, e você é obrigado a comprá-la dela.

Em resumo, sua empresa paga o valor que o sistema impõe, sem poder negociar preço, prazo ou origem da energia.

 

Oportunidade para reduzir a conta de luz: migrar para o mercado livre de energia

A abertura do mercado de energia no Brasil tem avançado rapidamente. Hoje, empresas de médio e grande porte, conectadas em média ou alta tensão, podem escolher sua fornecedora de energia e negociar preços e melhores condições.

Isso significa que, no mercado livre de energia, também chamado de Ambiente de Contratação Livre (ACL), o modelo muda completamente:

 

Principais vantagens da migração

  1. Economia significativa: empresas que fazem a portabilidade registram reduções significativas na conta de luz mensalmente.
  2. Previsibilidade orçamentária: no mercado cativo, as bandeiras tarifárias mudam mensalmente. Por outro lado, no livre, você pode firmar contratos com preço fixo por 2, 3, 5 ou mais anos.
  3. Sustentabilidade e imagem positiva:  é possível optar por energia proveniente de fontes renováveis, uma vantagem importante para empresas com metas ESG.
  4. Autonomia: você deixa de ser refém da distribuidora e passa a escolher a melhor fornecedora, com condições mais adequadas ao seu consumo.

 

Sua empresa já está no mercado livre de energia, mas não está com as melhores condições

Empresas que já migraram para o mercado livre conquistaram um grande passo: autonomia. Porém, isso não significa que o trabalho acabou.

No ACL, a liberdade de escolha vem acompanhada de responsabilidade. Por isso, se as condições do seu contrato de energia já não parecem tão vantajosas, talvez seja hora de reavaliar suas opções e buscar alternativas mais adequadas ao perfil da sua empresa.

Afinal, o mercado é dinâmico, os preços oscilam, novas geradoras entram em operação, e o cenário muda rapidamente.

 

O que fazer nesses casos?

  1. Solicite uma análise comparativa
    Peça para um gestor ou consultoria comparar o preço médio do seu contrato com o valor praticado atualmente no mercado livre de energia.
  2. Negocie com a fornecedora atual
    Muitas vezes, apenas o fato de apresentar dados de mercado já abre espaço para renegociar condições.
  3. Considere trocar de fornecedor
    No mercado livre de energia, é totalmente possível mudar de fornecedora de energia. Você pode rescindir o contrato ao final do período vigente e contratar outro agente com preço e condições melhores.
  4. Avalie contratos mais curtos
    Em um cenário de volatilidade, pode ser interessante firmar contratos de 1 a 2 anos, para ter flexibilidade de renegociar.

 

Trocar de fornecedora: um processo estratégico

Então, no mercado livre de energia, a troca de fornecedora pode ser uma oportunidade para reduzir custos e melhorar condições contratuais. Com atenção a alguns detalhes, é possível fazer a mudança de forma planejada e sem complicações.

  • Prazos contratuais: verifique as condições de rescisão para evitar multas.
  • Condições de fornecimento: avalie volume contratado, curva de consumo e garantias exigidas.
  • Fonte da energia: mantenha (ou melhore) o percentual de energia incentivada para não perder benefícios.
  • Histórico da fornecedora: analise a solidez financeira e a reputação da nova empresa antes de fechar o contrato

 

O papel da gestão ativa de energia

No mercado livre de energia, a economia não depende apenas de contratar o fornecedor mais barato, mas também de gestão contínua.

Isso envolve, por exemplo:

  • monitorar mensalmente o consumo real e o volume contratado.
  • ajustar o contrato em caso de variações de demanda.
  • avaliar oportunidades de compra futura quando o preço estiver mais competitivo.
  • manter um parceiro de confiança para acompanhar os movimentos do mercado e identificar novas oportunidades.

Ter visibilidade do consumo em tempo real permite detectar desperdícios, padrões de uso e oportunidades de otimização.

Ferramentas e softwares de gestão de energia, como a Plataforma Voltera, tornam o acompanhamento do consumo mais eficiente. Eles ajudam sua empresa a manter o controle sobre os custos e a tomar decisões estratégicas que realmente impactam o resultado final.

 

Outras dicas práticas para reduzir o custo de energia da sua empresa

Revise a demanda contratada

Sem um controle adequado, muitas empresas, mesmo no mercado livre de energia, acabam pagando por uma demanda maior do que realmente utilizam. Por isso, ajustar a demanda contratada para refletir o consumo real pode gerar economia imediata, evitando o pagamento por energia “reservada” que não é consumida.

Ajuste o consumo nos horários de ponta

Em horários de pico, a energia costuma ser mais cara. Reorganizar operações, turnos ou cargas de equipamentos para períodos fora do pico, por exemplo, ajuda a reduzir a fatura.

Invista em eficiência energética

Trocar equipamentos antigos por modelos mais modernos, instalar iluminação LED ou adotar sistemas de automação e controle de consumo são maneiras eficazes de reduzir a energia utilizada.

Faça manutenção preventiva em equipamentos

Equipamentos mal regulados ou com manutenção atrasada consomem mais energia. Um programa de manutenção preventiva garante que máquinas e sistemas funcionem de forma eficiente.

Eduque a equipe sobre consumo consciente

Pequenos hábitos diários, como desligar equipamentos fora de uso ou reduzir iluminação em áreas não utilizadas, por exemplo, podem gerar economia relevante ao longo do ano.

Analise o perfil de carga da empresa

Entender como e quando a energia é consumida permite planejar melhor os contratos e evitar custos desnecessários, como ultrapassar a demanda contratada ou pagar tarifas mais altas nos horários de pico.

Conte com parceiros estratégicos

Consultorias especializadas podem ajudar a identificar oportunidades de economia, renegociar contratos e acompanhar o mercado de energia, garantindo que sua empresa esteja sempre no melhor cenário.

 

Como a Voltera pode ajudar

Independentemente de sua empresa ainda estar no mercado cativo ou já no mercado livre de energia, o primeiro passo é analisar o histórico de consumo.

Essa avaliação detalhada permite identificar oportunidades de economia e planejar estratégias para reduzir custos de forma consistente.

A Voltera atua como uma parceira estratégica, acompanhando cada etapa do processo e garantindo que sua empresa tenha sempre as melhores condições.

Como a Voltera, sua empresa pode ter:

  • estudo de viabilidade completo: antes de tudo, faça uma análise detalhada do perfil de consumo, demandas contratadas e custos atuais, indicando se a migração ou ajustes são vantajosos.
  • simulações comparativas: comparação de propostas de diferentes fornecedoras de energia, ajudando a identificar a opção mais competitiva e adequada ao perfil da empresa.
  • suporte regulatório e técnico: orientação especializada para garantir que todos os aspectos legais, fiscais e técnicos sejam cumpridos durante migração ou renegociação de contratos.
  • monitoramento contínuo do contrato: acompanhamento da performance, ajustes de demanda e identificação de oportunidades de compra em momentos mais vantajosos.
  • previsibilidade e controle de custos: gestão ativa da energia, transformando um dos maiores gastos operacionais em um processo planejado e previsível.

Com o apoio certo, sua empresa não apenas reduz custos, mas também transforma a energia em um ativo estratégico. Por isso, fale com a Voltera e descubra como alcançar uma economia real e duradoura, sem perder eficiência operacional.

 

 

Perguntas frequentes sobre fornecedora de energia

O que é fornecedor de energia?

Um fornecedor de energia é a empresa que vende energia elétrica ao consumidor. No mercado cativo, geralmente é a distribuidora da região. No mercado livre, o fornecedor pode ser uma comercializadora ou geradora escolhida pela empresa de acordo com suas necessidades.

Qual a diferença entre uma distribuidora e uma fornecedora de energia?

A distribuidora é a empresa que entrega a energia elétrica até o consumidor final. Já a fornecedora, por outro lado, é quem comercializa a energia e define condições de compra, preços e contratos no mercado livre.

Como escolher um fornecedor de energia?

Para escolher um fornecedor, avalie preço, condições contratuais, fontes de energia e reputação da empresa. Além disso, também é importante considerar o perfil de consumo da sua empresa e oportunidades de negociação no mercado livre.