A transição energética, marcada pela substituição de fontes fósseis por renováveis, está transformando diversos setores da economia, incluindo o agronegócio. Esse movimento tem implicações significativas para os produtores rurais e para a sustentabilidade do setor como um todo.
Além de contribuir com a redução de emissões de gases de efeito estufa, a transição energética também representa uma oportunidade para modernizar as operações no campo.
Um dos principais impactos positivos da transição energética no agronegócio é a redução de custos operacionais. Ao adotarem fontes de energia renováveis, como solar, eólica e biogás, os produtores podem reduzir significativamente suas despesas com energia.
A cogeração de energia a partir do bagaço da cana-de-açúcar, em usinas de álcool, e a produção de biogás, a partir de dejetos suínos, são exemplos de como as propriedades rurais já vêm aproveitando os recursos disponíveis para gerar energia de forma mais econômica e sustentável.
Além disso, por estarem localizadas em áreas com maior incidência de raios solares, muitas fazendas têm feito a transição para a energia solar com usina própria. Isso por meio de incentivo por subsídios estaduais ou federais.
No entanto, ainda existem alguns desafios em termos de independência e autossuficiência.
Desafios da transição energética no agronegócio
A instalação de sistemas de energia renovável, como painéis solares, exige um investimento inicial significativo. Portanto, só é inviável para boa parte dos produtores de menor escala, que tanto dependem do capital de giro e das linhas de crédito em suas safras.
A recuperação desse investimento pode levar anos, dependendo das condições econômicas e do consumo de energia da propriedade. Dessa forma, muitos produtores têm buscado outras soluções para gerar a economia desejada e alcançar impactos sustentáveis positivos.
Como é o caso da migração para o mercado livre de energia. Nesse modelo, eles podem negociar diretamente com os fornecedores de energia.
Essa alternativa tem ganhado força no meio rural, principalmente entre cooperativas, grandes fazendas e agroindústrias que possuem consumo elevado e buscam mais autonomia sobre sua gestão energética.
Além disso, conseguem obter melhores condições de preço e previsibilidade de custos, o que não é possível no mercado regulado ou cativo, onde os clientes são atendidos pelas distribuidoras locais. Essa flexibilidade é particularmente atraente para o setor, que pode usar a economia gerada para reinvestir em tecnologias ou insumos e práticas mais sustentáveis.
Outro benefício é a possibilidade de garantir, por meio de contratos com fornecedores certificados, que a energia consumida tenha origem limpa. Consequentemente, alinhando produtividade e responsabilidade socioambiental.
Conclusão
Com isso, percebemos que, a cada dia, o caminho para uma produção de energia mais sustentável parece mais curto.
A Voltera está contribuindo para democratizar o acesso de qualquer empresa do Brasil ao mercado livre de energia, promovendo um futuro energético mais sustentável.
Os clientes que optam por fazer essa transição com a gente recebem um produto flexível. Aqui, proporcionamos uma economia mensal de 20% a 35% e garantimos que a energia consumida está sendo gerada por fontes renováveis.
Como grande diferencial, disponibilizamos uma plataforma digital de gestão que utiliza inteligência artificial para simplificar o entendimento das informações. E assim, melhorar a relação entre as unidades consumidoras e a energia.
A partir do momento que o consumidor escolhe a Voltera, nós cuidamos de todo o processo de portabilidade, sem custo ou qualquer conflito em sua rotina.





